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sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Sítio em DVD
Toda a turma do clássico criado por Monteiro Lobato está de volta no DVD "Sítio do Picapau Amarelo - Quitutes da Tia Nastácia". O segundo volume da versão animada da série traz seis novas episódios.
Para os mais gulosos, é bom se preparar: as histórias são de dar água na boca. Isso porque boa parte dos episódios traz um olhar especial sobre as deliciosas receitas preparadas por Tia Nastácia, como os famosos bolinhos de chuva.
Mas é claro que a histórias não deixam de fora personagens como a tagarela boneca, a inteligente Narizinho, o preguiçoso Marquês de Rabicó e o menino Pedrinho.
Fonte: Globinho
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Assine o Mundo do Sítio
A Editora Globo lançou uma promoção. Assinando o Mundo do Sítio por um ano você recebe a boneca Emília.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
‘DVD Sítio do Picapau Amarelo – Quitutes da Tia Nastácia’
Já pensou que demais ver todos os dias e quantas vezes quiser o desenho do Sítio? A Globo em parceria com a Som Livre lançou em DVD o segundo volume do desenho mais legal do Brasil.
‘Sítio do Picapau Amarelo – Quitutes da Tia Nastácia’ tem 60 minutos de duração, com seis episódios para deixar você com água na boca:
• ‘O Amigo Invisível’
• ‘O Bolo de Tia Nastácia’
• ‘A Dieta de Rabicó’
• ‘A Fábula de Tia Nastácia’
• ‘A Marquesa de Rabicó’
• ‘Uma Boneca Sem Paciência’
Mas aonde eu posso comprar? O DVD está à venda nas melhores lojas especializadas do país e no portal globomarcas.com.
Preço Sugerido: R$ 26,90
Propagandas do Mundo do Sítio
Com o surgimento do Mundo do Sítio, apareceram as propagandas. As duas mais divertidas são as que as pessoas aparecem com o rabo da Cuca e o slogan “Quem não assinar o Mundo do Sítio vai ganhar o rabo da Cuca” se tornou muito chamativo nas televisões brasileiras.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Izak Dahora, que viveu o lendário Saci Pererê, na TV, é de São Gonçalo
Antes de interpretar o Saci Pererê do “Sítio do Picapau Amarelo”, Izak Dahora pulou de galho em galho entre diferentes experiências que fizeram com que se tornasse um artista completo. Nascido Alcântara e criado no Porto da Pedra, em São Gonçalo, onde morou até os 19 anos, ele afirma que, apesar de ter começado a trabalhar muito cedo, a vivência no bairro que deu nome à escola de samba, era o que desacelerava o ritmo de sua rotina puxada.
— Ter vivido lá contribuiu muito para que eu tivesse uma infância como a de uma criança normal. Na minha memória afetiva, eu tenho o Porto da Pedra como o lugar em que eu conhecia as pessoas pelo nome, do jornaleiro ao dono da mercearia. Morava numa vila e, quando não estava estudando ou trabalhando, gostava de jogar bola com os vizinhos no meio da rua — recorda Dahora.
Aos 8 anos, ele começou a dar os primeiros passos da carreira artística, quando entrou para o Coral de Música Antiga da UFF, em que cantava e tocava flauta doce. Dois anos depois, entrou para a Orquestra de Câmara de Niterói. No grupo, ele aprendeu a tocar violino e conheceu o maestro Márcio Selles, responsável por sua primeira aparição na TV.
— O Márcio foi convidado para fazer um comercial com o outro coral, que também era regido por ele. Como no grupo não tinha nenhum integrante negro, e essa era uma exigência dos realizadores, ele me convidou para fazer esse trabalho. Aí, um amigo do meu pai me viu na televisão, perguntou se eu não queria fazer parte da agência dele e começar a fazer figuração. Depois de um tempo, minha mãe viu que eu estava gostando da coisa e resolveu me matricular num curso de teatro. Logo em seguida, entrei para uma agência, que selecionava crianças para elenco de peças de teatro, filmes, novelas. Passei por vários testes, fiz pequenas participações em novelas e num programa da Angélica até que, finalmente, consegui o papel no “Sítio” — resume o ator.
Um passeio da escola, no entanto, quase impediu que Dahora vivesse o lendário Saci Pererê. Cansado de receber não em testes, o ator, que na época tinha apenas 12 anos, titubeou na hora de decidir entre a farra com os amigos e a responsabilidade de ser mais uma vez avaliado por uma banca. O desafio falou mais alto.
— Fui meio desanimado, mas quando cheguei ao local do teste e vi um monte de crianças, eu me empolguei na hora. O resultado demorou alguns meses, mas eu imaginava que fosse conseguir o papel, porque um câmera confidenciou para a minha mãe, que o Talma (Roberto, diretor) tinha gostado muito da minha atuação e deveria me chamar — revela ele, que conciliava as gravações do programa com as aulas de violino e piano no Conservatório Carlos Gomes, em São Gonçalo.
Em 2005, Dahora entrou para a faculdade de artes cênicas, na UniRio. O ator também havia passado para direção teatral, na UFRJ, e história, na Uerj, mas preferiu investir na carreira que já estava seguindo. No ano seguinte, entretanto, a vida no “Sítio” acabou, mas a brincadeira de faz de conta teve cenas dos próximos capítulos nas novelas “Eterna magia”, em 2007, “Escrito nas estrelas”, em 2010, e “O astro”, em 2011. Seus dotes com o violino eram sempre aproveitados na ficção.
— Já havia tocado o instrumento como Saci. E voltei a usá-lo nas novelas da Beth (Elizabeth Jhin) e num episódio do seriado “Brava gente” — comenta.
Aos 19 anos, quando estava próxima de acabar a sua participação no “Sítio”, o ator experimentou a primeira forte despedida um pouco antes, quando saiu de São Gonçalo. Dahora foi com os pais para Jacarepaguá, onde mora até hoje.
— Quando saí de São Gonçalo, já estava morando no bairro do Rodo. Mas costumo ao Porto da Pedra até hoje para ver meus parentes, que moram todos lá, principalmente a minha avó, que já tem 91 anos. No ano passado, inclusive, passei o Natal com a família inteira na casa dela — diz.
Trecho do livro O Noivado de Emília
- Sim, mas…
- Não tem mas, nem meio mas! Quem manda nesse casamento sou eu. O Marquês fica por lá e eu fico por cá – declarou Emília, toda espevitadinha de nariz torcido.
O representante do noivo suspirou.
- Que pena! O Senhor Marquês já mandou construir um castelo tão bonito, de ouro e marfim, com um grande lago na frente…
Emília deu uma risada.
- Eu conheço os lagos do Marquês! São como aquele célebre lago azul que prometeu à libelinha lá no Reino das Abelhas.
O Senhor Vidro Azul atrapalhou-se. Viu que Emília não era nada tola e não se deixava enganar facilmente. Procurou remendar.
- Sim, um lago. Não digo um grande lago, mas um pequeno lago, um tanque…
- Uma lata d’água, diga logo! – completou Emília mordendo os beiços.
Narizinho interveio, repreensiva.
- Você está aqui para noivar, Emília, para dizer coisas bonitas e amáveis, e não brigar com o representante do Marquês. Vejá lá, heim?
Trecho extraído do livro “O Noivado de Emília”, Coleção Pirlimpimpim, Editora Globo.
domingo, 3 de agosto de 2014
Novo DVD chega às lojas
O segundo volume do desenho do Sítio do Picapau Amarelo acaba de chegar às lojas. Quitutes da Tia Nastácia conta com episódios sobre as maravilhas que a cozinheira prepara no Sítio. Apenas 26,90.


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