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domingo, 6 de janeiro de 2013
Jogos de Computador: Emília e aventura no folclore
Jogos de Computador: Emília e a Aventura no Folclore
sábado, 5 de janeiro de 2013
Sestini lança novos produtos!
Clímene recebe carta de Visconde através do pirlimpimpim!
Aventuras no Sítio: Especial de Ano Novo
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Bruxa Medéia cura o Visconde
Hércules dá uma lição no Rei Áugias. Hera fica furiosa com mais um trabalho realizado e joga uma maldição, que acaba acertando o Visconde. O sabugo fica maluco. A Turma leva ele até a Bruxa Medéia. A Feiticeira corta o sabugo em pedacinhos e o ferve. Visconde volta ao normal. No sítio, Dona Benta conta a história de Circe, a irmã de Medéia, durante o piquinique. Quindim, Conselheiro, Rabicó e Nastácia ouvem a história. Hércules recebe mais um trabalho do Rei Euristeus. E Agora? A turma já está sofrendo com mais esse trabalho.
Um tubarão está prestes a atacar Emília, Pedrinho e Visconde!
Hoje no Gloob, Visconde tira Emília das algas e a leva para o Doutor Caramujo. A boneca acorda. Teodorico pede para o Tio Barnabé chamar o padre do Arraial para poder casar com Jaqueline. Saci vai até o Conselheiro aprender a escrever. O diabinho de uma perna só escreve no quadro negro uma mensagem enigmática que foi descoberta. No Reino Das águas Claras todos jantam e o Príncpe pede para Dona Benta casar com Narizinho, mas vai ter que morar para sempre no reino. A Menina não quer sair do sítio e o príncipe fica pasmo. Tio Barnabé, Rabicó, Coselheiro e Quindim chegam na hora do casamento de Teodorico e interrompem, deixando a bruxa brava. Doutor Caramujo examina Escamado e diz que ele ficou muito triste por causa de Narizinho não aceitar morar ali. O médico tem medo que ele não resista. Emília, Pedrinho e o Visconde encontram a concha com a pérola. Quando vai abir, o menino corta o dedo e o sangue atrai um tubarão
Sábado!
A Rede Globo anima a manhã das crianças neste sábado, dia 5, com o episódio "O Outro Boneco", do Sítio do Picapau Amarelo, exibido a partir das 8h05, horário de Brasília.
Emília fará de tudo para não perder o seu lugar nas brincadeiras (Foto: Divulgação/TV Globo)
Pedrinho resolve ter um boneco falante. Empolgado, o menino começa a descrever tudo o que o companheiro de aventuras será capaz de fazer, o que deixa Emília preocupada, afinal ela não quer um concorrente no Sítio. Mas, quando Tia Nastácia mostra o brinquedo confeccionado, todos se desapontam com a estranheza e a falta de desenvoltura do boneco.
Pedrinho rapidamente perde o interesse pelo novo amigo e volta a brincar com Emília. Porém, em pouco tempo, ela deixa de ser o centro das atenções, já que o boneco demanda muitos cuidados. Para não perder seu posto, a boneca de pano utiliza suas artimanhas e fará de tudo para garantir o seu espaço exclusivo no colo de Dona Benta e nas brincadeiras.
O Medo
O menino gabava-se de não ter medo de nada, exceto de vespa e outros bichinhos venenosos. Mas não ter medo é uma coisa e saber que o medo existe é outra. Pedrinho sabia que o medo existe porque diversas vezes o seu coração pulara de medo. E respondeu:
- Sei sim. O medo vem da incerteza.
- Isso mesmo – disse o Saci. A mãe do medo é a incerteza e o pai do medo é o escuro. Enquanto houver escuro no mundo, haverá medo. E enquanto houver medo, haverá monstros como os que você vai ver.
- Mas se a gente vê esses monstros, então eles existem.
- Perfeitamente. Existem para quem os vê e não existem para quem não os vê. Por isso digo que os monstros existem e não existem.
- Não entendo – declarou Pedrinho. Se existem, existem. Se não existem, não existem. Uma coisa não pode ao mesmo tempo existir e não existir.
- Bobinho! – declarou o Saci. Uma coisa existe quando a gente acredita nela; e como uns acreditam em monstros e outros não acreditam, os monstros existem e não existem.
Aquela filosofia do Saci já estava dando dor de cabeça no menino, o qual suspirou e disse:
- Basta, amigo Saci. Não quero mais saber de filosofias, quero conhecer os segredos da noite na floresta. Mostre-me os filhos do medo que você conhece. Desde que há tanta gente medrosa no mundo, deve haver muitos filhos do medo.
LOBATO, Monteiro. O medo, Coleção Pirlimpimpim, Lançamento, Editora Globo