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sábado, 2 de janeiro de 2010
O Cabeça de Cuia
O Barba Ruiva

O Tio Barnabé contou essa história para a Emília:
Dizem que ele foi criado pela Iara, sendo então filho da Mãe d'agua. Para o povo, a criança fabulosa não tem idade nem forma definida.
Nogueira Paranaguá escreve: "Consideram-no menino pela manhã, homem ao meio-dia, e velho ao anoitecer".
Muitas versões o descrevem assim: De dia ele aparece como um menino à beira da lagoa, à tarde como um rapaz de barba ruiva, e à noite como um senhor de barba branca. Algumas vezes fica dormindo à margem do lago e, quando alguém se aproxima, ele pula na água e some.
Nogueira Paranaguá escreve: "Consideram-no menino pela manhã, homem ao meio-dia, e velho ao anoitecer".
Muitas versões o descrevem assim: De dia ele aparece como um menino à beira da lagoa, à tarde como um rapaz de barba ruiva, e à noite como um senhor de barba branca. Algumas vezes fica dormindo à margem do lago e, quando alguém se aproxima, ele pula na água e some.
O Pé de Garrafa

O Tio Barnabé contou a história do Pé de Garrafa para a turminha:
O Pé de Garrafa é um ente que vive nas matas e capoeiras. Raramente é visto. Mas ouvem sempre seus gritos agudos ora amendrontadores ou tão familiares que os caçadores procuram-no, certos de tratar-se de um companheiro ou parente perdido no mato.
E quanto mais procuram menos o grito lhes serve de guia, pois, multiplicado em todas as direções, desorienta, atordoa, enlouquece. Então os caçadores acabam perdidos ou voltam para casa depois de muito esforço para reencontrar o caminho conhecido. Quando isso acontece sabem tratar-se do Pé de Garrafa. Logo poderão encontrar os vestígios inconfundíveis de sua passagem, claramente assinalado por um rastro redondo, profundo, lembrando perfeitamente um fundo de garrafa.
E quanto mais procuram menos o grito lhes serve de guia, pois, multiplicado em todas as direções, desorienta, atordoa, enlouquece. Então os caçadores acabam perdidos ou voltam para casa depois de muito esforço para reencontrar o caminho conhecido. Quando isso acontece sabem tratar-se do Pé de Garrafa. Logo poderão encontrar os vestígios inconfundíveis de sua passagem, claramente assinalado por um rastro redondo, profundo, lembrando perfeitamente um fundo de garrafa.
Curiosidades Monteiro Lobato
Casas do Sítio (2001)
Fabrício Boliveira e Anderson Lau em novela
Curiosidades Isabelle Drummond

Em 2004 a Emília do Sítio do Picapau Amarelo passou o reveillon na Paraíba. A atriz Isabelle Drummond de apenas 10 anos na época chegou numa Quinta Feira para conhecer os familiares de sua mãe, Damir, que é paraibana. Isabelle ainda não conhecia a Paraíba, mas disse que aproveitou as férias no Nordeste. Apesar da pouca idade, a atriz mirim já coleciona experiência. Ela está interpretando a boneca falante Emília há quase quatro anos na telinha e esse não foi seu primeiro trabalho na tevê.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
O Muiraquitã

Tio Barnabé contou a história do Muiraquitã:
Muiraquitã é o nome dado pelos índios a pequenos amuletos trabalhados em forma de animal, geralmente representando sapos. São feitos de pedras de cor verde, ou de minerais como a nefrita. A lenda afirma que o muiraquitã era oferecido como presente pelas guerreiras Icamiabas (que significa "mulheres sem marido") aos homens que visitavam anualmente a sua taba, na região do Rio Nhamundá. Uma vez por ano, durante a festa dedicada à lua, as Icamiabas recebiam os guerreiros Guacaris, com os quais se acasalavam como se fossem seus maridos. À meia- noite, elas mergulhavam nos rios e traziam às mãos um barro verde, ao qual davam formas variadas: de sapo, tartaruga e outros animais, e presenteavam seus amados. Retirado ainda mole do fundo do rio e moldado pelas mulheres, o barro endurecia ao contato com o ambiente. Os objetos eram, então, enfiados em tranças de cabelos das noivas, e usados como amuleto pelos guerreiros. Até hoje, o Muiraquitã é considerado objeto sagrado, e acredita-se que traz felicidade, sorte e também cura a quase todas as doenças a quem o possui .
Adeus ao Muiraquitã!
Hoje no programa Cuca e os monstros invadem o Reino das Águas Claras. Visconde e Saci foram amarrados pelos malvados e Iara aparece para socorrer. Cabeça de Cuia prende o Príncipe Escamado em uma rede. Barba Ruiva pega Narizinho. Pé de Garrafa prende Pedrinho. Cuca pede para Emília devolver a pedra, senão os amigos irão sofrer. A boneca deseja que Zé Carijó volte ao normal e que Cuca se transforme em uma princesa do bem. A Bruxa se transforma em uma princesa, mas do mal. Zé pega Emília e foge. Saci e Visconde ficam pasmos com o que aconteceu no Reino das Águas Claras. Cuca e os monstros voltam para a gruta com os prisioneiros, a bruxa deseja que Cabeça de Cuia fique com cara de sapo, Pé de Garrafa para não falar e Barba Ruiva para ficar com a barba loira. Emília, Visconde, Zé e Saci aparecem fora da gruta e gritam. A Bruxa aparece e deseja que o o céu fique escuro. Cuca volta para a gruta e desfaz tudo. Dona Benta e Nastácia estranham as mudanças no céu. Emília tem um plano para salvar todos e pegar o muiraquitã. Zé entra na caverna e leva uma caixa para Cuca, o caipira beija a malvadona e pega a pedra. Emília sai da caixa e liberta todos, que fogem. Cuca e os monstros correm atrás, mas sofrem com os desejos da Emília. Os monstros vão parar em cima de uma árvore que são atacados por marimbondos. Cuca fica presa em seu caldeirão. A Turma espera por Tupã, o Deus aparece e pede a pedra, ele avisa que cada um tem seu muiraquitã, o coração. Todos voltam para o Sítio e contam a aventura para a avó e para a cozinnheira. Saci e Iara observam Tupã indo embora. Todos do Sítio ficam felizes, pois é Ano Novo e desejam a todos muita alegria!
Dia Mundial da Paz
Dona Benta contou a história do Dia Mundial da Paz para a turminha.
O Dia Mundial da Paz, inicialmente chamado simplesmente de Dia da Paz foi criado pelo Papa Paulo VI, com uma mensagem datada do dia 8 de dezembro de 1967, para que o primeiro fosse celebrado sempre no primeiro dia do ano civil (1 de janeiro), a partir de 1968, coisa que acontece até hoje.
Dizia o Papa Paulo VI em sua primeira mensagem para este dia: "Dirigimo-nos a todos os homens de boa vontade, para os exortar a celebrar o Dia da Paz, em todo o mundo, no primeiro dia do ano civil, 1 de Janeiro de 1968. Desejaríamos que depois, cada ano, esta celebração se viesse a repetir, como augúrio e promessa, no início do calendário que mede e traça o caminho da vida humana no tempo que seja a Paz, com o seu justo e benéfico equilíbrio, a dominar o processar-se da história no futuro".
A proposta de dedicar à Paz o primeiro dia do novo ano não tem a pretensão de ser qualificada como exclusivamente religiosa ou católica. Antes, seria para desejar que ela encontrasse a adesão de todos os verdadeiros amigos da Paz, como se se tratasse de uma iniciativa sua própria ; que ela se exprimisse livremente, por todos aqueles modos que mais estivessem a caráter e mais de acordo com a índole particular de quantos avaliam bem, como é bela e importante ao mesmo tempo, a consonância de todas as vozes do mundo, consonância na harmonia, feita da variedade da humanidade moderna, no exaltar este bem primário que é a Paz.
Curiosidades Maurício Mattar
Rafael Novaes no Sítio
O ator Rafael Novaes conquistou o público e os diretores do Sítio do Picapau Amarelo. Desde do primeiro episódio No Reino das águas Claras o ator interpreta o Príncipe Escamado. Na história A Pedra Mágica de Tupã ele apareceu e em breve aparecerá em outros episódios que serão reprisados pelo Futura.
Pai Manfroni no Sítio
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